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Controle de Processos

Castro estava com a mulher e filhos quando a PF chegou e abriu a porta para os agentes; celular e tablet foram apreendidos

PF faz operação contra Cláudio Castro e dono da Refit; entenda O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) estava em casa com a mulher e os 2 filhos quando a Polícia Federal (PF) bateu em sua porta nesta sexta-feira (15), no âmbito da Operação Sem Refino. Agentes saíram da Superintendência Regional, na Praça Mauá, no fim da madrugada desta sexta, para cumprir 17 mandados de busca e apreensão. A ação investiga possíveis fraudes fiscais pelo Grupo Refit, a antiga Refinaria de Manguinhos. O grupo é considerado um dos maiores devedores de impostos do país. Segundo relatório da PF apontou, Castro atuou de forma decisiva para proteger e favorecer os interesses do Grupo Refit. Os policiais federais designados para este endereço foram em carros descaracterizados, em vez de viaturas adesivadas. Essa equipe teve o auxílio de agentes armados — que não entraram no apartamento do ex-governador. O g1 apurou que quem abriu a porta para a PF foi o próprio Castro. As buscas no apartamento duraram quase 3 horas. Um celular e um tablet foram apreendidos, segundo a defesa. A defesa do ex-governador afirma que “foi surpreendida com a operação” e que Castro “está à disposição da Justiça para dar todas as explicações, convicto de sua lisura” (leia mais abaixo). 1 de 1 Agentes da PF armados na porta da casa de Cláudio Castro — Foto: Rafael Nascimento/g1 Castro renunciou ao cargo de governador em 23 de março, um dia antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomar o julgamento que resultou na declaração de inelegibilidade por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Castro é pré-candidato ao Senado nas eleições de outubro. A operação Os 17 mandados da operação foram expedidos, a pedido da PF, pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da ADPF das Favelas. Essa ADPF tratava das regras para a atuação de operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro, mas passou a apurar também a atuação de organizações criminosas e suas conexões com agentes públicos no RJ. 🔎A ADPF é um instrumento jurídico usado para evitar ou reparar violações a preceitos fundamentais da Constituição por atos do poder público. Segundo a PF, a ação desta sexta investiga a suspeita de que a Refit utilizou sua estrutura societária e financeira “para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior”. O empresário Ricardo Magro, dono da Refit, é alvo de um mandado de prisão. A corporação solicitou a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol, a lista dos mais procurados do mundo. O que diz a defesa de Cláudio Castro “A defesa do ex-governador do Rio Cláudio Castro afirma que foi surpreendida com a operação de hoje [sexta] e que ainda não tomou conhecimento do objeto do pedido de busca e apreensão. No entanto, Castro está à disposição da Justiça para dar todas as explicações convicto de sua lisura. Todos os procedimentos praticados durante a sua gestão obedeceram aos critérios técnicos e legais previstos na legislação vigente, inclusive aqueles relacionados à política de incentivos fiscais do estado, que seguem normas próprias, análises técnicas e deliberação dos órgãos competentes. É de suma importância destacar que a gestão Cláudio Castro foi a única a conseguir que a Refinaria de Manguinhos pagasse dívidas com o estado, o que reforça a postura isenta e institucional do ex-governador. No total, gestão conseguiu garantir o pagamento de parcelas cujo montante se aproxima de R$ 1 bilhão. Atualmente, o parcelamento se encontra suspenso por força de decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em agravo de instrumento. Ao longo da gestão, a PGE (Procuradoria-Geral do Estado) ingressou com inúmeras ações contra a Refit, o que demonstra que a Procuradoria sempre atuou para que a empresa pagasse o que deve ao Estado.
15/05/2026 (00:00)
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