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História do Judiciário: desembargador Nilson Mizuta

HISTÓRIA DO JUDICIÁRIO: DESEMBARGADOR NILSON MIZUTA Por desembargador Robson Marques Cury   06/09/2022   Atualizado há 520 dias Em depoimento audiovisual prestado à jornalista Daniele do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) para a coluna “História do Judiciário”, transmitida pelo canal YouTube, o desembargador Nilzon Mizuta ressalta que toda a sua vida foi dedicada ao Poder Judiciário, inicialmente como cartorário depois como magistrado, influenciado ainda jovem pelo exemplo do juiz de direito da comarca de Assaí que se tornou amigo do seu pai, cidade do Norte do Paraná onde foi criado.   Considera muito honroso e respeitado o cargo de juiz de direito e o mais importante dessa função é contribuir para a paz social. Considera importantes todas as questões submetidas ao seu julgamento, não importa seja uma bicicleta ou uma fazenda. Fez o caminho inverso da maioria dos colegas, toda a carreira profissional no interior, encerrada na capital, com a qual já se acostumou, embora juntamente com a sua esposa ainda sintam saudades da vida nas cidades menores.    No início da carreira, tudo era muito difícil, nas pequenas comarcas nem pediatra tinha, obrigando a viagens constantes para atendimento médico aos três filhos pequenos. Quando promovido para o Tribunal de Alçada, foi gratificante a experiência devido ao julgamento pidido com os colegas, o que não acontecia nas Varas onde atuou, quando decidia sozinho.   O convívio com a família, lembrando que os antigos romanos a chamavam de célula ‘mater’ da sociedade, é o ponto nuclear para o bem estar.  No seu dia a dia fora do trabalho, gosta muito de ler, inclusive na internet, frequenta academia, pratica pilates, quando possível joga golfe em fim de semana, dedicando todo tempo livre para as netas.   Ao final da entrevista, a jornalista perguntou a que deve o seu bom humor, a sua felicidade, e a sua tranquilidade, e respondeu que não existe segredo, procura tratar bem a todos, e da mesma forma é tratado. Concluiu asseverando a sua gratidão ao Tribunal de Justiça, onde realizou-se como serventuário e magistrado, e que lhe proporcionou a aquisição de bens materiais. Ao ensejo da sua jubilação, tem recebido expressivas homenagens de todos os segmentos da sociedade, sintetizada numa placa com os versos da canção:      Amigos para sempre  é o que queremos ser  na primavera ou em qualquer das estações  nas horas tristes, nos momentos de prazer  amigos para sempre.      Por desembargador Robson Marques Cury        Despedida de um magistrado sob a ótica de um serventuário da Justiça  “Difícil, para não dizer quase impossível, descrever com o devido merecimento a trajetória de um magistrado da estirpe do desembargador Nilson Mizuta. Nascido em Avaré, São Paulo, em 06 de setembro de 1947, mudou-se para Assaí com a família aos dois anos de idade, tendo lá cursado o primário, o ginásio e colegial. Posteriormente, tornou-se Bacharel em Direito pela Fundação Universidade Estadual de Londrina e Administração de Empresas na mesma instituição.   Titular do Ofício de Registro de Imóveis da Comarca de Assaí, a vocação ao serviço público falou mais alto, tendo ingressado na Magistratura em setembro de 1977, com atuação nas comarcas de Francisco Beltrão, Cidade Gaúcha, Colorado, Paranavaí e Curitiba.  O seu sucesso tem segredos? Tem. Trabalho e dedicação. Tem outro: o apoio incondicional da família e da esposa Helena. Para o distinto casal, aplica-se como uma luva a máxima: “ao lado de um grande homem existe uma grande mulher”.  Foi em Curitiba que nossa história iniciou, há mais de trinta anos, ele juiz auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça, na gestão do saudoso desembargador Negi Calixto, e eu presidente do Colégio Judicial do Paraná. Posteriormente, juiz auxiliar na gestão do também saudoso desembargador Sydney Zappa.   Ali, observando a dedicação, o zelo, a consciência de que o bom senso é o concreto que edifica o caráter, a clareza de princípios e a busca na atualização dos procedimentos para agilizar a prestação jurisdicional, que lembro ter pensado à época pela primeira vez, em um homem realmente vocacionado e destinado a exercer o difícil “ofício de juiz”.   Na sequência, em 1998, Juiz Auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná e Membro efetivo no biênio 2000/2001. Juiz do Tribunal de Alçada do Paraná no biênio 2002/2004. Merecidamente, em 2005, foi nomeado ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR).   Poderia escrever laudas e mais laudas das grandes realizações na vitoriosa carreira do desembargador Nilson Mizuta, como as persas Presidências que exerceu de importantes Comissões, Câmaras, Concursos para Provimento de cargos de juiz, mas tudo isto é público e notório e não caberia nesta pequena homenagem. O que de fato cabe registrar é a gratidão de todos aqueles que conviveram profissionalmente com o desembargador Nilson Mizuta. A Comunidade Jurídica agradece ao mesmo tempo em que lamenta sua saída dos quadros do Tribunal de Justiça do Paraná.    Haverá ainda, aqueles amigos que poderão continuar a desfrutar da sua amizade, (e me incluo entre eles), e, em nome deles todos, agradeço o privilégio e a honra de poder ter aprendido e amadurecido com o Mestre Nilson Mizuta.”     Por José Borges da Cruz Filho   Presidente do Instituto de Distribuição do Paraná   Presidente do Instituto de Distribuição do Brasil    Trajetória do magistrado  Nilzon Mizuta é brasileiro, nascido em Avaré- SP, em 06 de setembro de 1947. De ascendência japonesa, é filho de Jorge Mizuta, nascido em Lençois Paulista (SP), e Kiyoko Mizuta, nascida no Japão. Casado com Helena Hydeko Mizuta, pai de Daniela, Alessandra e Paulo Eduardo e avô de Natália (filha de Daniela) e Olívia (filha de Paulo Eduardo).  Cursou o Primário, Ginásio e Colegial em Assaí – Pr. É bacharel em Direito pela Fundação Universidade Estadual de Londrina, em 1972, e em Administração de Empresas pela Fundação Universidade Estadual de Londrina, em 1975.  Foi titular de Cartório de Registro de Imóveis na Comarca de Assaí. Ingressou na Magistratura, em 12 de setembro de 1977, e atuou nas comarcas de Francisco Beltrão, Cidade Gaúcha, Colorado, Paranavaí, Cascavel e Curitiba. No Judiciário paranaense, desempenhou as funções de:  juiz auxiliar da Corregedoria da Justiça, biênios 1993/1994 e 1995/1996;  juiz auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, 1998;  membro efetivo da Corte do Tribunal Regional Eleitoral, biênio 2000/2001;  juiz do Tribunal de Alçada do Paraná, 2002/2004;  membro da Comissão de Regimento Interno e Procedimento, biênio 2003/2004;  desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, 2005/2022;  membro titular da 10ª Câmara Cível, 2005/2013;  membro titular da 5ª Câmara Cível, 2013/2021;   membro titular da 1ª Câmara Criminal, 2021/2022;  Presidência em mais de uma oportunidade nas Eleições da AMAPAR;  Presidência da Comissão de Estudos para definir o Regimento de Custas dos Atos Notariais e Registrais do Estado do Paraná, 2006;  membro da Comissão Permanente de Jurisprudência, Revistas, Documentação e Biblioteca, 2007, 2009 e 2013;  Presidência da Comissão de Concurso para Provimento de Cargos de Juiz Substituto do Estado do Paraná, 2007; membro da Comissão Gestora do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes - NUGEP, 2017 e 2019; membro do Conselho Diretor do Fundo da Justiça – FUNJUS, 2017;  membro do Conselho Diretor do Fundo Estadual de Segurança dos Magistrados – FUNSEG, 2017;  Presidência da Comissão Permanente de Regimento Interno e Procedimento, biênios 2019/2020 e 2021/2022. 
06/09/2024 (00:00)
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