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Pianista Carol Murta Ribeiro leva música clássica ao Tribunal de Justiça

Apresentação da pianista Carol Murta foi realizada no Salão Nobre do Edifício Deembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro nesa segunda, 27   “Um piano ao cair da tarde”. O nome da apresentação traduziu a atmosfera musical vivenciada por quem esteve no Salão Nobre do Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro. No espetáculo promovido pelo Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), o público pôde apreciar uma tarde de música com a pianista Carol Murta Ribeiro. A apresentação, realizada nesta segunda-feira, 27 de abril, integrou o programa de música erudita do CCPJ, o Justiça em Concerto. Carol possui três CDs gravados, integra a Academia Brasileira de Cultura e a Academia Nacional de Música. O repertório transitou entre clássicos de Heitor Villa-Lobos, como “Valsa da Dor”, de Francisco Mignone, com a "Valsa de Esquina No 5”, e obras internacionais como Chopin, com a “Valsa do Adeus”. A pianista iniciou a carreira internacional em 1993, quando foi convidada a se apresentar em Londres, na “Cunning House”. Desde então, passou por cidades como Paris, Lisboa, Roma e Rabat, além de outros palcos ao redor do mundo. Segundo a artista, estar no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) é uma oportunidade de relembrar momentos. Carol destacou que o piano utilizado na apresentação, no Salão Nobre, foi inaugurado por ela em 2013. “É muito importante trazer música e cultura para este espaço. O Tribunal é o Direito, e todos logo pensam em sentença e processo. Nesse momento, ouvindo música, você descansa e relaxa. Quando o pianista fala um pouco sobre a vida dos compositores também é muito positivo, porque é algo diferente, são histórias que não são o tema daqui”, afirmou. A desembargadora Cristina Tereza Gaulia, a pianista Carol Murta Ribeiro e o desembargador aposentado José Carlos Schmidt Murta Ribeiro após a apresentação A magistrada responsável pelo CCPJ, desembargadora Cristina Tereza Gaulia, ressaltou a integração entre arte, cultura e Justiça, destacando a importância de iniciativas que levam música e cultura ao Judiciário. “O Centro Cultural busca conexões entre a arte, a cultura e as ciências sociais, e a música não poderia faltar. Estamos, na verdade, muito felizes por fazer música hoje, um luxo brilhante deste nosso piano maravilhoso, que está aqui desde 2013. O piano é essa beleza que vem de dentro da alma”, completou. Carol é esposa do desembargador aposentado José Carlos Schmidt Murta Ribeiro, presidente do TJRJ no biênio 2007-2008, que acompanhou atentamente a apresentação na primeira fileira. Antes de executar as obras, a pianista contextualizava o público, apresentando breves informações sobre a história de cada composição e de seus autores. Carol Murta Ribeiro durante recital no TJRJ realizado dentro do programa Justiça em Concerto VS/ MG Fotos: Rafael Oliveira/ TJRJ
28/04/2026 (00:00)
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