Quinta-feira
20 de Agosto de 2026 - 

STANCHI & OLIVEIRA

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
Dow Jone ... % . . . .
NASDAQ 0,02% . . . .
Japão 1,86% . . . .

Previsão do tempo

Segunda-feira - Rio de Jane...

Máx
32ºC
Min
24ºC
Chuva

Terça-feira - Rio de Janei...

Máx
34ºC
Min
26ºC
Parcialmente Nublado

Quarta-feira - Rio de Janei...

Máx
35ºC
Min
27ºC
Parcialmente Nublado

Hoje - Rio de Janeiro, RJ

Máx
34ºC
Min
26ºC
Parcialmente Nublado

Controle de Processos

STF tira de pauta julgamento sobre eleição para mandato-tampão no Rio

1 de 2 Entrada do STF — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou da pauta desta quarta-feira (19) o julgamento que discute o modelo da eleição para um mandato-tampão para o governo do Rio de Janeiro — se a escolha deve ser pelo voto popular ou por votação pela Assembleia Legislativa. O g1 tinha apurado que, nos bastidores, ministros apontavam haver chances de o processo não ser levado a julgamento, o que acabou se confirmando. Na nova pauta desta quarta, o STF vai julgar primeiro um processo referente à Lei Maria da Penha — o Tema 1412 discute se as medidas protetivas para mulheres valem mesmo quando não há vínculo familiar, doméstico ou afetivo com o agressor. Os ministros consideraram esse assunto mais urgente — a lei completou 20 anos no dia 5. Agora no g1 A situação no RJ Atualmente, o RJ é governado interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto, que deve permanecer até outra decisão do STF. Esse caso começou a ser analisado em abril, mas teve um pedido de vista do ministro Flávio Dino para avaliar melhor o processo e a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tornou inelegível o ex-governador do Rio Cláudio Castro por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2022. O vice, Thiago Pampolha, já havia renunciado para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Rio. A decisão da Justiça eleitoral ocorreu após Castro renunciar às vésperas do julgamento. O plenário analisa duas ações apresentadas pelo PSD. O partido argumenta que a renúncia de Cláudio Castro foi uma manobra para manter o mesmo grupo político no poder por meio de eleições indiretas.  O julgamento foi suspenso com 4 votos para a eleição ser indireta, ou seja, com o voto dos deputados estaduais. Seguiram nesta linha os ministros Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques e Cármen Lúcia. O ministro Cristiano Zanin votou para que o pleito fosse de forma direta, com a participação da população do estado. Outros cinco ministros ainda precisam votar. Dino devolveu o processo para julgamento no último dia 30 de junho, e o ministro Edson Fachin tinha agendado a retomada para esta quarta. 2 de 2 Palácio Guanabara, no Rio — Foto: Reprodução/TV Globo
19/08/2026 (00:00)
Visitas no site:  30022549
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia