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Controle de Processos

Mais de 3 mil servidores da UnB entram em greve contra corte de benefício

1 de 1 Servidores técnicos da Universidade de Brasília fizeram protesto contra corte de benefício antes de anunciarem greve — Foto: TV Globo/Reprodução Servidores técnicos da Universidade de Brasília (UnB) anunciaram, na noite de sexta-feira (2), greve contra o corte do benefício conhecido como Unidade de Referência Padrão (URP), que era pago há mais de 30 anos à categoria (veja detalhes mais abaixo). Segundo o sindicato dos servidores, 3,2 mil técnicos administrativos aderiram à paralisação. A UnB informou, no entanto, que a paralisação não afetará as aulas. Em nota, a reitoria da universidade manifestou apoio e solidariedade à greve e defendeu a continuidade do pagamento da URP. “A URP representa uma parcela significativa da remuneração de nossos servidores, e a decisão do Supremo traz profundo impacto à nossa comunidade e às nossas famílias”, disse. A decisão assinada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determina a cassação de uma liminar que garantia o pagamento do bônus. O benefício é um acréscimo de 26% sobre os salários de mais de 5 mil servidores da UnB. O bônus representa um quarto do salário da categoria e era uma forma de recompor perdas salariais ao longo dos anos. LEIA TAMBÉM: RANKING INTERNACIONAL: UnB fica em 1º lugar entre as universidades federais TECNOLOGIA: UnB cria equipamento para testar resistência de turbinas de avião Servidores fizeram manifestação contra corte Na decisão pelo fim da URP, o ministro Gilmar Mendes confirmou entendimentos anteriores, como o do Tribunal de Contas da União (TCU), que afirmou que já houve reajuste salarial para os servidores federais, portanto o benefício em questão não se justificaria mais. Em protesto, os servidores técnicos da UnB fizeram uma manifestação contra corte de benefício no dia 25 de maio deste ano (veja vídeo acima). A decisão do ministro do STF se aplica aos servidores técnico e não vale para o benefício dos docentes. O caso dos professores está sendo analisado em outra ação, que ainda vai ser julgada pela ministra Cármen Lúcia. Leia outras notícias da região no g1 DF.
03/06/2023 (00:00)
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